Injustificável sob qualquer ponto de vista os atentados contra pessoas inocentes efetuados por extremistas em Paris. Os terroristas agiram de forma covarde, sem dar nenhuma chance de defesa às vítimas. Dezenas de pessoas foram mortas, entre elas muitos jovens que se divertiam numa casa de espetáculos. Foram cinco ataques simultâneos em lugares diferentes. O número de vítimas poderia ser muito maior caso os terroristas conseguissem entrar no estádio onde se realizava o jogo amistoso entre França e Alemanha.
Neste ano de 2015, aconteceram atentados em vários lugares do mundo. Tunísia, Quenia, Turquia, Líbano e por último Paris. Todos eles foram assumidos pelo grupo terrorista ISIS, que se auto denomina Estado islâmico, que inclusive também assumiu ter colocado uma bomba no avião russo que caiu no Egito matando 224 pessoas.
O grupo terrorista ISIS é uma dissidência do grupo terrorista Al-Qaeda, responsável pelos ataques de 11 de setembro de 2001 contra as torres gêmeas em Nova York , Estados Unidos.
Esse grupo que se autodenomina Estado Islâmico, é baseado num território entre a Síria e o Iraque, é de orientação sunita e segue a linha Wahabita oriunda da Arábia Saudita. O grupo é considerado o mais radical entre os demais existentes. Usam os metodos mais bárbaros contra seus inimigos. Liderado por Abu Bakr al-Bagdadi, o grupo tem como objetivo criar um califado no território que ocupa, implantando um governo medieval, aplicando a sharia (Lei islâmica) como controle social.
Entre os militantes do EI há cerca de 30 mil jovens europeus convertidos ao Islam e recrutados pelos terroristas pelas redes sociais e pagam a cada um deles o valor mensal de US$ 400, remuneração maior do que a paga aos soldados do exército sírio.
O financiamento para as ações do grupo vem da venda do petróleo, segundo o Council on Foreign Relation - C.F.R -, o grupo tem uma receita que varia de 1 a 3 milhões de dólares por dia e, entre seus clientes estão: curdos iraquianos, turcos, e o próprio governo de Bashar al-Assad, da Síria.
Independentemente das atrocidades cometidas pela França contra o povo árabe, os ataques contra civis inocentes tem de ser condenado por todas as pessoas de bem. A humanidade não pode se curvar diante da barbarie.
Os facínoras do ISIS não são muçulmanos, nem encontram legitimidade em suas reivindicações, pois as ações que o grupo pratica choca frontalmente com aquilo que prega o Alcorão Sagrado, livro seguido pelos muçulmanos no mundo inteiro.
Os atentados em Paris aumentam a onda xenofobia e islamofobia no continente europeu. Muitos dos países que abriram as portas para os refugiados sírios já começam a rever suas políticas para refugiados.
Neste momento o mundo se alia ao povo francês na luta contra o terror. Exceto os terroristas todos se solidarizam com as famílias que choram pelos seus mortos inocentes.Por mais difícil que seja o bem vencerá o mal. Agora todos somos França !
Autor Ivam Galvaõ
E-mail: ivamgalvaopoa@gmail.com
Neste ano de 2015, aconteceram atentados em vários lugares do mundo. Tunísia, Quenia, Turquia, Líbano e por último Paris. Todos eles foram assumidos pelo grupo terrorista ISIS, que se auto denomina Estado islâmico, que inclusive também assumiu ter colocado uma bomba no avião russo que caiu no Egito matando 224 pessoas.
O grupo terrorista ISIS é uma dissidência do grupo terrorista Al-Qaeda, responsável pelos ataques de 11 de setembro de 2001 contra as torres gêmeas em Nova York , Estados Unidos.
Esse grupo que se autodenomina Estado Islâmico, é baseado num território entre a Síria e o Iraque, é de orientação sunita e segue a linha Wahabita oriunda da Arábia Saudita. O grupo é considerado o mais radical entre os demais existentes. Usam os metodos mais bárbaros contra seus inimigos. Liderado por Abu Bakr al-Bagdadi, o grupo tem como objetivo criar um califado no território que ocupa, implantando um governo medieval, aplicando a sharia (Lei islâmica) como controle social.
Entre os militantes do EI há cerca de 30 mil jovens europeus convertidos ao Islam e recrutados pelos terroristas pelas redes sociais e pagam a cada um deles o valor mensal de US$ 400, remuneração maior do que a paga aos soldados do exército sírio.
O financiamento para as ações do grupo vem da venda do petróleo, segundo o Council on Foreign Relation - C.F.R -, o grupo tem uma receita que varia de 1 a 3 milhões de dólares por dia e, entre seus clientes estão: curdos iraquianos, turcos, e o próprio governo de Bashar al-Assad, da Síria.
Independentemente das atrocidades cometidas pela França contra o povo árabe, os ataques contra civis inocentes tem de ser condenado por todas as pessoas de bem. A humanidade não pode se curvar diante da barbarie.
Os facínoras do ISIS não são muçulmanos, nem encontram legitimidade em suas reivindicações, pois as ações que o grupo pratica choca frontalmente com aquilo que prega o Alcorão Sagrado, livro seguido pelos muçulmanos no mundo inteiro.
Os atentados em Paris aumentam a onda xenofobia e islamofobia no continente europeu. Muitos dos países que abriram as portas para os refugiados sírios já começam a rever suas políticas para refugiados.
Neste momento o mundo se alia ao povo francês na luta contra o terror. Exceto os terroristas todos se solidarizam com as famílias que choram pelos seus mortos inocentes.Por mais difícil que seja o bem vencerá o mal. Agora todos somos França !
Autor Ivam Galvaõ
E-mail: ivamgalvaopoa@gmail.com
Comentários
Postar um comentário