Há pessoas que passam boa parte da vida em busca da felicidade. Há outros que juram que já encontraram. Há também aqueles que acham que a felicidade não existe. Há também aqueles que dizem se sentem felizes quando estão do lado da pessoa amada. Ou até mesmo quando estão perto de seu animal de estimação.
Na verdade a felicidade não é algo permanente na vida do ser humano, e além do mais a felicidade se manisfesta de forma diferente em cada pessoa, por isso é que se costuma dizer que cada um é feliz a seu jeito. Independentemente de qualquer que seja a origem, a situação financeira, a classe social, toda pessoa tem seu momento de felicidade, até mesmo aqueles que se encontram momentaneamente privados de sua liberdade.
Existe coisas na vida que fazemos porque somos obrigados pelas circunstâncias, tais como: jogar baralho em festas de família, ir à festa de aniversário onde só você não bebe, estar ao lado de pessoas mal educadas, conversar com pessoas que só falam sobre futebol ou só sobre religião, enfim coisas que nos entristece faz com que nos sintamos infelizes.
Mas voltemos à felicidade. Por que existe pessoas que se dizem felizes mesmo tendo tão pouco Quando estamos alegres é porque estamos felizes?
A alegria é um sentimento de satisfação de prazer, situação de contentamento. Já a felicidade é quando descobrimos em nós algum talento individual e conseguimos exercer esse talento, por exemplo: um jogador de futebol, que se sente feliz mostrando seu talento jogando futebol, casos como Neymar, Romário etc. Estas pessoas conseguiram encontrar seus lugares no cosmo, se encaixaram bem naquilo que gostam de fazer. Por isso são felizes. É aquilo que os gregos chamavam de eudaimonia.
Quando descobrimos que temos um certo talento e encontramos uma maneira de mostrar este talento, não queremos que aquilo acabe mais. Assim é com o professor que gosta de dar aula, o jogador que gosta de jogar, e aí pode ser basquete, futebol ou vôlei, com o escritor que gosta de escrever, com o cozinheiro que gosta de cozinhar. Todos são felizes por estarem fazendo o que gostam.
Eu, com os longos anos que pesam aos ombros, em minha vida toda posso dizer que tive muitos momentos de alegria e poucos de felicidade.
Senti alegria quando li o primeiro livro. Senti alegria quando vi a seleção brasileira ser tri campeã mundial de futebol. Senti alegria quando nasceram meus filhos. Senti alegria quando caiu a ditadura militar no Brasil. Senti alegria por ver meu time do coração - o São Paulo Futebol Clube - ser tri campeão mundial de clubes. Senti alegria por ver a minha querida Estação Primeira de Mangueira ser a primeira Escola de Samba campeã no sambódromo. Senti alegria quando nasceu a minha primeira neta. Senti alegria quando conheci Maria Aparecida, pessoa com quem me casei. Enfim, tive vários momentos de alegria, mas nunca desprezei a tristeza, pois foi num momento de tristeza que ouvi a voz de Deus!.
Autor: Ivam Galvão
E-mail: ivamgalvaopoa@gmail.com
Na verdade a felicidade não é algo permanente na vida do ser humano, e além do mais a felicidade se manisfesta de forma diferente em cada pessoa, por isso é que se costuma dizer que cada um é feliz a seu jeito. Independentemente de qualquer que seja a origem, a situação financeira, a classe social, toda pessoa tem seu momento de felicidade, até mesmo aqueles que se encontram momentaneamente privados de sua liberdade.
Existe coisas na vida que fazemos porque somos obrigados pelas circunstâncias, tais como: jogar baralho em festas de família, ir à festa de aniversário onde só você não bebe, estar ao lado de pessoas mal educadas, conversar com pessoas que só falam sobre futebol ou só sobre religião, enfim coisas que nos entristece faz com que nos sintamos infelizes.
Mas voltemos à felicidade. Por que existe pessoas que se dizem felizes mesmo tendo tão pouco Quando estamos alegres é porque estamos felizes?
A alegria é um sentimento de satisfação de prazer, situação de contentamento. Já a felicidade é quando descobrimos em nós algum talento individual e conseguimos exercer esse talento, por exemplo: um jogador de futebol, que se sente feliz mostrando seu talento jogando futebol, casos como Neymar, Romário etc. Estas pessoas conseguiram encontrar seus lugares no cosmo, se encaixaram bem naquilo que gostam de fazer. Por isso são felizes. É aquilo que os gregos chamavam de eudaimonia.
Quando descobrimos que temos um certo talento e encontramos uma maneira de mostrar este talento, não queremos que aquilo acabe mais. Assim é com o professor que gosta de dar aula, o jogador que gosta de jogar, e aí pode ser basquete, futebol ou vôlei, com o escritor que gosta de escrever, com o cozinheiro que gosta de cozinhar. Todos são felizes por estarem fazendo o que gostam.
Eu, com os longos anos que pesam aos ombros, em minha vida toda posso dizer que tive muitos momentos de alegria e poucos de felicidade.
Senti alegria quando li o primeiro livro. Senti alegria quando vi a seleção brasileira ser tri campeã mundial de futebol. Senti alegria quando nasceram meus filhos. Senti alegria quando caiu a ditadura militar no Brasil. Senti alegria por ver meu time do coração - o São Paulo Futebol Clube - ser tri campeão mundial de clubes. Senti alegria por ver a minha querida Estação Primeira de Mangueira ser a primeira Escola de Samba campeã no sambódromo. Senti alegria quando nasceu a minha primeira neta. Senti alegria quando conheci Maria Aparecida, pessoa com quem me casei. Enfim, tive vários momentos de alegria, mas nunca desprezei a tristeza, pois foi num momento de tristeza que ouvi a voz de Deus!.
Autor: Ivam Galvão
E-mail: ivamgalvaopoa@gmail.com

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