Domingo, dia 15, não estarei presente a manifestação convocada pelas redes sociais para pedir o impeachment da presidente Dilma Rousseff. Entre tantos motivos que tenho para não ir à manifestação, entre estes é que no dia 15 é o dia em que estarei completando meus primeiros 60 anos de vida, e é também o dia em que completarei 1 ano de casamento com minha amada esposa Maria Aparecida. Assim a única manifestação que me permitirei neste dia certamente será a manifestação de amor pela minha amada.
Dada as justificativas, os outros motivos de minha ausência são por convicções pessoais. Nesta altura da vida, os longos anos que me pesam aos ombros já me fizeram entender que em manifestações de cunho político há sempre alguém manipulando, e, os objetivos nunca são tão claros.
Em nosso país a liberdade de manifestação é garantida pela Constituição federal. A conquista dessa liberdade no Brasil custou sangue, suor e muitas lagrimas, hoje a democracia brasileira está consolidada, as eleições são livres e diretas, as pessoas podem sair às ruas para pedir impeachment do governante eleito.
O impeachment não é um instrumento usado pelos eleitores para derrubar um mau governante, é sim, um dispositivo constitucional para ser usado contra o mandatário que comete crime de improbidade administrativa devidamente comprovado, cabendo a este o direito de ampla defesa durante o processo.
A presidente Dilma, promoveu o maior banzé durante o seu primeiro mandato, agora no segundo a barafunda continua. Dilma sofre de um sectarismo atávico, fruto de sua militância na antiga esquerda brasileira, que, somado à incompetência, provocou um verdadeiro desastre na condução do país.
A presidente desfez o pacto articulado pelo ex presidente Lula, que incluía os funcionários públicos de médio escalão, os trabalhadores e os pobres. Isolou o vice presidente Michel Temer (PMDB). Nomeou péssimos interlocutores junto ao Congresso, e, principalmente, não abriu diálogo com a oposição. Mas, infelizmente a incompetência não é crime.
Promover uma manifestação pedindo o impeachment da presidente é legitimo num país democrático, o problema é saber quem está por trás da convocação do ato, e quais são os reais interesses dos quem o convoca.
Tenho acompanhado pelas redes sociais e o que dá para identificar que no caso da convocação para o dia 15, é que meritocrátas aliados aos interesses dos rentistas e financistas, movidos por um sentimento de ódio gritam contra o PT e contra a presidente Dilma. Entre estes há os que, inconformados com a democracia apoiam um golpe militar.
Diante de tudo o que esta acontecendo é hora dos verdadeiros democratas deste país se unirem e pactuar um grande projeto nacional para tirar o Brasil do buraco. É bom que fiquemos atentos, pois não é possível extirpar um tumor sem que depois não se sinta a dor. Lembremos que depois da tempestade sempre vem a enchente, só muito depois vem a bonança.
Autor: Ivam Galvão
Dada as justificativas, os outros motivos de minha ausência são por convicções pessoais. Nesta altura da vida, os longos anos que me pesam aos ombros já me fizeram entender que em manifestações de cunho político há sempre alguém manipulando, e, os objetivos nunca são tão claros.
Em nosso país a liberdade de manifestação é garantida pela Constituição federal. A conquista dessa liberdade no Brasil custou sangue, suor e muitas lagrimas, hoje a democracia brasileira está consolidada, as eleições são livres e diretas, as pessoas podem sair às ruas para pedir impeachment do governante eleito.
O impeachment não é um instrumento usado pelos eleitores para derrubar um mau governante, é sim, um dispositivo constitucional para ser usado contra o mandatário que comete crime de improbidade administrativa devidamente comprovado, cabendo a este o direito de ampla defesa durante o processo.
A presidente Dilma, promoveu o maior banzé durante o seu primeiro mandato, agora no segundo a barafunda continua. Dilma sofre de um sectarismo atávico, fruto de sua militância na antiga esquerda brasileira, que, somado à incompetência, provocou um verdadeiro desastre na condução do país.
A presidente desfez o pacto articulado pelo ex presidente Lula, que incluía os funcionários públicos de médio escalão, os trabalhadores e os pobres. Isolou o vice presidente Michel Temer (PMDB). Nomeou péssimos interlocutores junto ao Congresso, e, principalmente, não abriu diálogo com a oposição. Mas, infelizmente a incompetência não é crime.
Promover uma manifestação pedindo o impeachment da presidente é legitimo num país democrático, o problema é saber quem está por trás da convocação do ato, e quais são os reais interesses dos quem o convoca.
Tenho acompanhado pelas redes sociais e o que dá para identificar que no caso da convocação para o dia 15, é que meritocrátas aliados aos interesses dos rentistas e financistas, movidos por um sentimento de ódio gritam contra o PT e contra a presidente Dilma. Entre estes há os que, inconformados com a democracia apoiam um golpe militar.
Diante de tudo o que esta acontecendo é hora dos verdadeiros democratas deste país se unirem e pactuar um grande projeto nacional para tirar o Brasil do buraco. É bom que fiquemos atentos, pois não é possível extirpar um tumor sem que depois não se sinta a dor. Lembremos que depois da tempestade sempre vem a enchente, só muito depois vem a bonança.
Autor: Ivam Galvão

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