Nunca se mente tanto, quanto depois de uma pescaria e durante uma campanha eleitoral. Esta frase foi dita por Otto von Bismark, político alemão, do século XIX, parece lapidar para ilustrar o comportamento do governador Geraldo Alckmin e da presidente Dilma Rousseff neste momento de crise hídrica em São Paulo e de energia no Brasil.
É comum que pessoas que vão à uma pescaria, na volta contém vantagens e inventem coisas que não aconteceram. São as famosas estórias de pescador.
Na disputa eleitoral para o governo de São Paulo e, para a presidência da República, Geraldo Alckmin e Dilma Rousseff mentiram descaradamente para os eleitores de São Paulo e do Brasil. Geraldo, escamoteou, omitiu dados e informações, obrigou os técnicos da Sabesb a dar entrevistas mentirosas, mudou o nome de racionamento para restrição hídrica - coisa de tucano - e foi eleito no primeiro turno governador de São Paulo.
Dilma também escamoteou, omitiu dados, seu incompetente ministro de Minas e Energia dava entrevistas desencontradas. Enfim, Dilma também usou do mesmo expediente de Alckmin, a mentira, e assim foi eleita presidente para um segundo mandato.
A culpa da falta de água em São Paulo, não pode ser atribuída somente a natureza, que resolveu cobrar pelo descaso com que vem sendo tratada ao longo do tempo, mas também a uma administração pública ultrapassada, ineficaz e autoritária.
Embora seja difícil, ou quase improvável, pode ser que nas próximas semanas caiam chuvas torrenciais e os reservatórios possam voltar a níveis confortáveis. Mas se Deus é brasileiro, como disse o ministro de Dilma, não custa acreditar!
Na área de energia elétrica Dilma Rousseff promoveu uma verdadeira lambança. Em 2012, a presidente baixou por decreto um programa cuja a finalidade era reduzir o preço da eletricidade, mas tomada de forma autoritária, sem ouvir as pessoas envolvidas do setor, o plano falhou. Foi necessário subsidiar o preço da energia para manter a medida populista anunciada na campanha eleitoral.
O jogo de azar no qual o governador Geraldo Alckmin e a presidente Dilma Rousseff, lançaram o povo de São Paulo e do Brasil, é no mínimo perigoso, além de ser uma grande irresponsabilidade. Agora que o cheiro fétido da podridão se exala por todo lado, Geraldo e Dilma tentam se justificar e colocam a culpa em Deus. Mas como dizem pelos botecos da vida; é melhor ouvir estas estórias do que ser surdo!
Autor: Ivam Galvão
É comum que pessoas que vão à uma pescaria, na volta contém vantagens e inventem coisas que não aconteceram. São as famosas estórias de pescador.
Na disputa eleitoral para o governo de São Paulo e, para a presidência da República, Geraldo Alckmin e Dilma Rousseff mentiram descaradamente para os eleitores de São Paulo e do Brasil. Geraldo, escamoteou, omitiu dados e informações, obrigou os técnicos da Sabesb a dar entrevistas mentirosas, mudou o nome de racionamento para restrição hídrica - coisa de tucano - e foi eleito no primeiro turno governador de São Paulo.
Dilma também escamoteou, omitiu dados, seu incompetente ministro de Minas e Energia dava entrevistas desencontradas. Enfim, Dilma também usou do mesmo expediente de Alckmin, a mentira, e assim foi eleita presidente para um segundo mandato.
A culpa da falta de água em São Paulo, não pode ser atribuída somente a natureza, que resolveu cobrar pelo descaso com que vem sendo tratada ao longo do tempo, mas também a uma administração pública ultrapassada, ineficaz e autoritária.
Embora seja difícil, ou quase improvável, pode ser que nas próximas semanas caiam chuvas torrenciais e os reservatórios possam voltar a níveis confortáveis. Mas se Deus é brasileiro, como disse o ministro de Dilma, não custa acreditar!
Na área de energia elétrica Dilma Rousseff promoveu uma verdadeira lambança. Em 2012, a presidente baixou por decreto um programa cuja a finalidade era reduzir o preço da eletricidade, mas tomada de forma autoritária, sem ouvir as pessoas envolvidas do setor, o plano falhou. Foi necessário subsidiar o preço da energia para manter a medida populista anunciada na campanha eleitoral.
O jogo de azar no qual o governador Geraldo Alckmin e a presidente Dilma Rousseff, lançaram o povo de São Paulo e do Brasil, é no mínimo perigoso, além de ser uma grande irresponsabilidade. Agora que o cheiro fétido da podridão se exala por todo lado, Geraldo e Dilma tentam se justificar e colocam a culpa em Deus. Mas como dizem pelos botecos da vida; é melhor ouvir estas estórias do que ser surdo!
Autor: Ivam Galvão

Comentários
Postar um comentário