Com objetivo de contrapor a teologia liberal na Europa e Estados Unidos no final do século XIX e começo do XX, teólogos conservadores criam o movimento que propõe que a Bíblia seja a palavra de Deus, revelada sem dar margem a interpretações, nascendo assim o fundamentalismo. O filósofo alemão Karl Marx, ao ser perguntado por sua filha se era um radical, respondeu que sim, pois analisava os problemas a partir da raiz, vem daí o radicalismo.
Como ambas as palavras pertencem a linguas vivas, com decorrer do tempo tiveram os seus significados mudado, assim fundamentalismo virou sinônimo de intolerância e radicalismo virou sinônimo de teimosia.
Atualmente o mundo tem assistido perplexo as atrocidades praticadas por grupos terroristas em várias parte do planeta. O agravante nisso tudo é que muitos desses grupos se entitulam religiosos, e tentam passar a ideia de que combatem em nome de Deus. Absurdo!
A intolerância religiosa não é um fenômeno novo em determinados momentos da história ja esteve presente nas principais religiões que a humanidade conhece.
Uma religião pode ser revolucionária, pode ser reacionária, pode serprogressista, ou conservadora? A resposta é sim. Uma religião ela pode ser tudo. Depende do ponto de vista de quem a interpreta. Encontramos nos principais livros sagrados trechos que se usados fora do contexto podem servir para o bem e para o mal.
O fundamentalismo pode surgir em qualquer lugar do mundo à qualquer hora, mas o que chama a atenção é que nos dias atuais, parte da mídia ocidental, jornalistas, formadores de opinião, colocam o fenômeno como se fosse exclusivo dos muçulmanos, quando na verdade existe fundamentalista em todas as vertentes religiosas. Só que quando um fundamentalista cristão mata mais de uma centena de jovens num acampamento na Finlandia é tratado como alguém que tem um problema mental. Quando um médico judeu invade a mesquita em Jerusalém armado de um fuzil e mata dezenas de fiéis rezando não é chamado de fundamentalista, cristãos que cometem atentados terrorista não são fundamentalistas religiosos, são grupos políticos que contestam o sistema em que vivem.
Negar que os militantes dos grupos Al Qaeda, Talibans, Bokoharm, Isis, e outros tantos que existem mundo a fora sejam muçulmanos, é escamotear os fatos ou faltar com a verdade, mas também afirmar que a atitude desses mesmos grupos seja um mandamento da religião islâmica é ainda pior, é uma mentira que muitos setores da mídia espalham de forma deliberada com o objetivo de atingir o islam e seus seguidores.
O Islam é uma religião de paz, no proprio nome já está implícito, pois a palavra Islam deriva de paz. As barbaridades cometidas por grupos políticos formado por muçulmanos não significa que a religião tenha isto como pratica.
A luta pelo poder leva alguns grupos se aproveitarem da fragilidade institucional de alguns países, muitos destruídos pelas potencias ocidentais, e praticam violações aos direitos e a dignidade da pessoa humana, promovem o terror através da violência, para assumirem o controle do poder pela força.
Autor: Ivam Galvão
Como ambas as palavras pertencem a linguas vivas, com decorrer do tempo tiveram os seus significados mudado, assim fundamentalismo virou sinônimo de intolerância e radicalismo virou sinônimo de teimosia.
Atualmente o mundo tem assistido perplexo as atrocidades praticadas por grupos terroristas em várias parte do planeta. O agravante nisso tudo é que muitos desses grupos se entitulam religiosos, e tentam passar a ideia de que combatem em nome de Deus. Absurdo!
A intolerância religiosa não é um fenômeno novo em determinados momentos da história ja esteve presente nas principais religiões que a humanidade conhece.
Uma religião pode ser revolucionária, pode ser reacionária, pode serprogressista, ou conservadora? A resposta é sim. Uma religião ela pode ser tudo. Depende do ponto de vista de quem a interpreta. Encontramos nos principais livros sagrados trechos que se usados fora do contexto podem servir para o bem e para o mal.
O fundamentalismo pode surgir em qualquer lugar do mundo à qualquer hora, mas o que chama a atenção é que nos dias atuais, parte da mídia ocidental, jornalistas, formadores de opinião, colocam o fenômeno como se fosse exclusivo dos muçulmanos, quando na verdade existe fundamentalista em todas as vertentes religiosas. Só que quando um fundamentalista cristão mata mais de uma centena de jovens num acampamento na Finlandia é tratado como alguém que tem um problema mental. Quando um médico judeu invade a mesquita em Jerusalém armado de um fuzil e mata dezenas de fiéis rezando não é chamado de fundamentalista, cristãos que cometem atentados terrorista não são fundamentalistas religiosos, são grupos políticos que contestam o sistema em que vivem.
Negar que os militantes dos grupos Al Qaeda, Talibans, Bokoharm, Isis, e outros tantos que existem mundo a fora sejam muçulmanos, é escamotear os fatos ou faltar com a verdade, mas também afirmar que a atitude desses mesmos grupos seja um mandamento da religião islâmica é ainda pior, é uma mentira que muitos setores da mídia espalham de forma deliberada com o objetivo de atingir o islam e seus seguidores.
O Islam é uma religião de paz, no proprio nome já está implícito, pois a palavra Islam deriva de paz. As barbaridades cometidas por grupos políticos formado por muçulmanos não significa que a religião tenha isto como pratica.
A luta pelo poder leva alguns grupos se aproveitarem da fragilidade institucional de alguns países, muitos destruídos pelas potencias ocidentais, e praticam violações aos direitos e a dignidade da pessoa humana, promovem o terror através da violência, para assumirem o controle do poder pela força.
Autor: Ivam Galvão

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