Há pouco mais de trinta anos, um grupo de ex-exilados brasileiros vindos da Europa, trouxeram em sua bagagens a ideia de institucionalizar a defesa do meio ambiente, nasceu assim o primeiro partido do Brasil com um programa totalmente voltado à defesa da ecologia.
Falar em defender o meio ambiente naquele período era muito difícil, parecia coisa de maluco. O Brasil acabava de sair de uma ditadura, o clima era de um radicalismo de esquerda e de direita, parte da juventude politizada fazia parte da esquerda festiva e a grande maioria se achava totalmente alienada no processo político.
Após muitas idas e vindas, a partir de 1999, o governo federal resolveu criar definitivamente o Ministério do Meio Ambiente,tendo a missão de coordenar projetos, propor leis que visem a proteção ambiental, bem como impedir as ações predatórias contra o meio ambiente. Neste mesmo período, em vários Estados e municípios foram criadas as Secretarias de Meio Ambiente, todas elas afinadas no diapasão do orgão federal.
Apesar dos avanços, a discussão e as ações de preservação do meio ambiente no Brasil, caminha a passos lentos. Ainda continuamos a poluir os nossos rios, continuamos a devastar nossas florestas e matas, continuamos a envenenar as águas com agrotóxicos, o que mata também as abelhas, colocando em risco a produção de alimentos.
O Brasil é o país que mais recicla lixo no mundo, mas infelizmente isto não acontece pela consciência em preservar, mas sim pela necessidade. Ainda não conseguimos solucionar o problema dos lixões a céu aberto, a coleta seletiva ainda é muito pouca em relação à quantidade de lixo que produzimos e não sabemos ainda como resolver o problema dos resíduos sólidos
Estamos no século XXI, praticamente no meio da segunda década, é imperioso que nos debrucemos com seriedade para enfrentar os desafios que se colocam em relação ao meio ambiente. Não precisamos de leis, precisamos nos educar, precisamos mudar hábitos, precisamos consumir com mais responsabilidade. Nossos empresários precisam investir em tecnologia, abandonando a ganância e a busca por resultados imediatistas.
Nestes tempos de aparelhos tecnológico , é necessário aliar o desenvolvimento com a sustentabilidade, o que se denomina desenvolvimento sustentável, que a sociedade coloque em sua própria agenda e na agenda política do país como a questão central no debate nacional. Colocar a sustentabilidade no centro do debate político é a condição sine qua non para pavimentar o caminho do desenvolvimento sem comprometer o futuro das próximas gerações, e isto sem duvida permitirá ao Brasil dar o salto de qualidade e assumir o seu lugar entre as nações desenvolvidas. É hora de agir, é hora de menos conversa e mais ação.
Autor Ivam Galvão
Falar em defender o meio ambiente naquele período era muito difícil, parecia coisa de maluco. O Brasil acabava de sair de uma ditadura, o clima era de um radicalismo de esquerda e de direita, parte da juventude politizada fazia parte da esquerda festiva e a grande maioria se achava totalmente alienada no processo político.
Após muitas idas e vindas, a partir de 1999, o governo federal resolveu criar definitivamente o Ministério do Meio Ambiente,tendo a missão de coordenar projetos, propor leis que visem a proteção ambiental, bem como impedir as ações predatórias contra o meio ambiente. Neste mesmo período, em vários Estados e municípios foram criadas as Secretarias de Meio Ambiente, todas elas afinadas no diapasão do orgão federal.
Apesar dos avanços, a discussão e as ações de preservação do meio ambiente no Brasil, caminha a passos lentos. Ainda continuamos a poluir os nossos rios, continuamos a devastar nossas florestas e matas, continuamos a envenenar as águas com agrotóxicos, o que mata também as abelhas, colocando em risco a produção de alimentos.
O Brasil é o país que mais recicla lixo no mundo, mas infelizmente isto não acontece pela consciência em preservar, mas sim pela necessidade. Ainda não conseguimos solucionar o problema dos lixões a céu aberto, a coleta seletiva ainda é muito pouca em relação à quantidade de lixo que produzimos e não sabemos ainda como resolver o problema dos resíduos sólidos
Estamos no século XXI, praticamente no meio da segunda década, é imperioso que nos debrucemos com seriedade para enfrentar os desafios que se colocam em relação ao meio ambiente. Não precisamos de leis, precisamos nos educar, precisamos mudar hábitos, precisamos consumir com mais responsabilidade. Nossos empresários precisam investir em tecnologia, abandonando a ganância e a busca por resultados imediatistas.
Nestes tempos de aparelhos tecnológico , é necessário aliar o desenvolvimento com a sustentabilidade, o que se denomina desenvolvimento sustentável, que a sociedade coloque em sua própria agenda e na agenda política do país como a questão central no debate nacional. Colocar a sustentabilidade no centro do debate político é a condição sine qua non para pavimentar o caminho do desenvolvimento sem comprometer o futuro das próximas gerações, e isto sem duvida permitirá ao Brasil dar o salto de qualidade e assumir o seu lugar entre as nações desenvolvidas. É hora de agir, é hora de menos conversa e mais ação.
Autor Ivam Galvão
Comentários
Postar um comentário