Quando as urnas eletrônicas foram implantadas no Brasil, a única liderança política de peso a se colocar contra foi o ex-governador Leonel Brizola.
Brizola, formado em engenharia tinha um raciocínio lógico. Sabia que uma urna eletrônica agilizaria o processo de apuração, mas aumentaria em muitas vezes o risco de fraudes. Brizola morreu falando contra as perdas internacionais e contra as urnas eletrônicas.
Embora o TSE - Tribunal Superior Eleitoral -,propague aos quatro cantos que as urnas eletrônicas são 100% invioláveis, qualquer especialista no assunto sabe que isto não pode ser verdade, pois não há 100% de garantia de inviolabilidade nesse tipo de aparelho, mesmo porque são construídos por seres humanos.
Brasil e Índia são os únicos países do mundo que ainda usam urnas eletrônicas de primeira geração.Tanto lá como cá o eleitor, após votar, não pode conferir o voto, e assim não tem como saber se o candidato em que pretendia votar realmente recebeu o seu voto.
Mas, no Brasil, o problema do voto eletrônico não é só técnico. Um dos maiores entraves para apuração de fraudes eleitorais é a própria (in)justiça eleitoral, que dotada de superpoderes age de forma imperial.
Aqui no Brasil a (in)justiça eleitoral; normatiza; administra e julga os litígios relativos à uma eleição. E sempre quando a (in)justiça eleitoral é uma das partes, como ela mesmo que julga, nunca será a culpada.
Se algum candidato ou eleitor se sentir prejudicado este deve pagar os custos de uma auditoria, contratar firmas especializadas que sejam credenciadas na própria (in)justiça eleitoral.
Atualmente quase ninguém reclama das urnas eletrônicas no Brasil, nem os partidos políticos. Até o PT, que depois que virou poder não vê mais possibilidades de fraudes nas urnas. Será?
Autor: Ivam Galão
Contato: ivamgalvaopoa@gmail.com
Brizola, formado em engenharia tinha um raciocínio lógico. Sabia que uma urna eletrônica agilizaria o processo de apuração, mas aumentaria em muitas vezes o risco de fraudes. Brizola morreu falando contra as perdas internacionais e contra as urnas eletrônicas.
Embora o TSE - Tribunal Superior Eleitoral -,propague aos quatro cantos que as urnas eletrônicas são 100% invioláveis, qualquer especialista no assunto sabe que isto não pode ser verdade, pois não há 100% de garantia de inviolabilidade nesse tipo de aparelho, mesmo porque são construídos por seres humanos.
Brasil e Índia são os únicos países do mundo que ainda usam urnas eletrônicas de primeira geração.Tanto lá como cá o eleitor, após votar, não pode conferir o voto, e assim não tem como saber se o candidato em que pretendia votar realmente recebeu o seu voto.
Mas, no Brasil, o problema do voto eletrônico não é só técnico. Um dos maiores entraves para apuração de fraudes eleitorais é a própria (in)justiça eleitoral, que dotada de superpoderes age de forma imperial.
Aqui no Brasil a (in)justiça eleitoral; normatiza; administra e julga os litígios relativos à uma eleição. E sempre quando a (in)justiça eleitoral é uma das partes, como ela mesmo que julga, nunca será a culpada.
Se algum candidato ou eleitor se sentir prejudicado este deve pagar os custos de uma auditoria, contratar firmas especializadas que sejam credenciadas na própria (in)justiça eleitoral.
Atualmente quase ninguém reclama das urnas eletrônicas no Brasil, nem os partidos políticos. Até o PT, que depois que virou poder não vê mais possibilidades de fraudes nas urnas. Será?
Autor: Ivam Galão
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