Economia é a produção, distribuição e consumo de bens e serviços. Vários são os fatores que podem influenciar o desenvolvimento econômico de um país. A geografia, a topografia, a infraestrutura, a logística, a cultura e a educação, sem contar com os componentes políticos.
A criação e a manutenção de empregos são fatores que podem garantir o crescimento econômico de um país.
O fenômeno da globalização, tem exigido maior capacidade e maior preparo dos gestores econômicos. Exigindo destes habilidade e capacidade para a compreensão da conjuntura econômica mundial.
O Brasil é um dos países emergentes que menos tem crescido nestes últimos anos. A má gestão de nossa economia aliada a crise mundial, tem feito com que a economia brasileira fique patinando em patamares baixíssimos de crescimento econômico.
De 2007 até 2013, os governos Lula e Dilma, têm se vangloriado de terem criados o maior número de empregos com carteira assinada no país. Sim, durante estes últimos seis anos foram criados 9,4 milhões de empregos no Brasil, sendo mais da metade de baixa remuneração, com pessoas menos qualificadas profissionalmente.
Na década de 60 dizia-se que o Brasil era um país subdesenvolvido. Nos anos 70 falava-se que éramos um país em desenvolvimento, agora dizem que somos emergente. As nomenclaturas têm mudado mais rápido que a situação do povo brasileiro.
A nossa economia apesar de todas as dificuldades criadas pelo sistema, é a sexta maior economia do mundo, mas quando olhamos para as condições de vida do nosso povo percebemos que crescimento econômico e desenvolvimento social estão divorciados na realidade brasileira.
Os empregos criados nos governos Lula e Dilma, geraram pouca riqueza para a nação e baixa inclusão social.
Precisamos exigir dos nossos governantes não só que sejam honestos, por que esta deve ser uma condição "sine qua non" para governar o país, mas temos que exigir um grande plano nacional de desenvolvimento, um plano que complete o nosso ciclo de industrialização, um plano que contemple maiores investimentos em pesquisas e inovações. Em suma, precisamos romper definitivamente com a nossa dependência externa.
O Brasil avançou, mas tem de avançar muito mais, pois ao contrário do que dizem, o pouco com Deus continua sendo pouco!
Autor: Ivam Galvão
A criação e a manutenção de empregos são fatores que podem garantir o crescimento econômico de um país.
O fenômeno da globalização, tem exigido maior capacidade e maior preparo dos gestores econômicos. Exigindo destes habilidade e capacidade para a compreensão da conjuntura econômica mundial.
O Brasil é um dos países emergentes que menos tem crescido nestes últimos anos. A má gestão de nossa economia aliada a crise mundial, tem feito com que a economia brasileira fique patinando em patamares baixíssimos de crescimento econômico.
De 2007 até 2013, os governos Lula e Dilma, têm se vangloriado de terem criados o maior número de empregos com carteira assinada no país. Sim, durante estes últimos seis anos foram criados 9,4 milhões de empregos no Brasil, sendo mais da metade de baixa remuneração, com pessoas menos qualificadas profissionalmente.
Na década de 60 dizia-se que o Brasil era um país subdesenvolvido. Nos anos 70 falava-se que éramos um país em desenvolvimento, agora dizem que somos emergente. As nomenclaturas têm mudado mais rápido que a situação do povo brasileiro.
A nossa economia apesar de todas as dificuldades criadas pelo sistema, é a sexta maior economia do mundo, mas quando olhamos para as condições de vida do nosso povo percebemos que crescimento econômico e desenvolvimento social estão divorciados na realidade brasileira.
Os empregos criados nos governos Lula e Dilma, geraram pouca riqueza para a nação e baixa inclusão social.
Precisamos exigir dos nossos governantes não só que sejam honestos, por que esta deve ser uma condição "sine qua non" para governar o país, mas temos que exigir um grande plano nacional de desenvolvimento, um plano que complete o nosso ciclo de industrialização, um plano que contemple maiores investimentos em pesquisas e inovações. Em suma, precisamos romper definitivamente com a nossa dependência externa.
O Brasil avançou, mas tem de avançar muito mais, pois ao contrário do que dizem, o pouco com Deus continua sendo pouco!
Autor: Ivam Galvão
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