Durante o governo de FHC aconteceram as privatizações. Após o desmantelamento do patrimônio nacional, o governo criou as tais agencias reguladoras para que estas fiscalizassem a aplicação das normas vigentes.
Como sempre acontece no Brasil a ideia é muito boa, mas quando chegou o momento de aplicá-la se viu que não é bem assim.
Por incrível que pareça as agencias reguladoras protegem muito mais as empresas do que o consumidor, e as empresas não estão nem aí para as regras, particularmente no que diz respeito a Anatel.
As operadoras de telefonia móvel, são as campeãs de reclamações no Procom , além de prestarem um serviço de péssima qualidade, cobram umas das tarifas mais caras do mundo.
O pior dessa situação é que o consumidor se sente totalmente desprotegido. As empresas adotam um sistema de atendimento que é um verdadeiro teste de paciência, a cada tipo de reclamação uma gravação pede que o reclamante digite um número e após digitar todos os números do teclado a ligação cai, e o consumidor tem que começar tudo de novo. Vencido pelo cansaço as pessoas preferem não reclamar, pois se perde um tempo enorme e normalmente as operadoras nada resolvem e vai ficando por isso mesmo.
No Brasil o número de telefones móveis é quase maior que o número de habitantes, mas a falta de investimentos por parte das operadoras e a falta de fiscalização por parte das Anatel faz a qualidade dos serviços e do atendimento fiquem cada dia pior.
Mas, o povo brasileiro está deixando de ser o cordeiro a caminho do abate, e o protestos contra essas operadoras começam a ocupar as ruas.
Quarta-feira (16/07/2014) - o MSTST - Movimento dos Trabalhadores sem Teto - ocupou as ruas de São Paulo, a maior capital do país, para protestar contra os serviços de telefonia celular. No protesto os manifestantes ocuparam a sede da superintendência da Anatel em São Paulo e depois marcharam até as sedes das operadoras Oi, Tim, Claro e Vivo, exigiam a melhoria na qualidade dos serviços e tarifas mais baixas.
Num país onde a classe média só reclama e nada faz, é bastante louvável a atitude dos trabalhadores sem teto, que além de sair do marasmo dão exemplo de verdadeira cidadania.
Autor: Ivam Galão
Como sempre acontece no Brasil a ideia é muito boa, mas quando chegou o momento de aplicá-la se viu que não é bem assim.
Por incrível que pareça as agencias reguladoras protegem muito mais as empresas do que o consumidor, e as empresas não estão nem aí para as regras, particularmente no que diz respeito a Anatel.
As operadoras de telefonia móvel, são as campeãs de reclamações no Procom , além de prestarem um serviço de péssima qualidade, cobram umas das tarifas mais caras do mundo.
O pior dessa situação é que o consumidor se sente totalmente desprotegido. As empresas adotam um sistema de atendimento que é um verdadeiro teste de paciência, a cada tipo de reclamação uma gravação pede que o reclamante digite um número e após digitar todos os números do teclado a ligação cai, e o consumidor tem que começar tudo de novo. Vencido pelo cansaço as pessoas preferem não reclamar, pois se perde um tempo enorme e normalmente as operadoras nada resolvem e vai ficando por isso mesmo.
No Brasil o número de telefones móveis é quase maior que o número de habitantes, mas a falta de investimentos por parte das operadoras e a falta de fiscalização por parte das Anatel faz a qualidade dos serviços e do atendimento fiquem cada dia pior.
Mas, o povo brasileiro está deixando de ser o cordeiro a caminho do abate, e o protestos contra essas operadoras começam a ocupar as ruas.
Quarta-feira (16/07/2014) - o MSTST - Movimento dos Trabalhadores sem Teto - ocupou as ruas de São Paulo, a maior capital do país, para protestar contra os serviços de telefonia celular. No protesto os manifestantes ocuparam a sede da superintendência da Anatel em São Paulo e depois marcharam até as sedes das operadoras Oi, Tim, Claro e Vivo, exigiam a melhoria na qualidade dos serviços e tarifas mais baixas.
Num país onde a classe média só reclama e nada faz, é bastante louvável a atitude dos trabalhadores sem teto, que além de sair do marasmo dão exemplo de verdadeira cidadania.
Autor: Ivam Galão
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