Nos anos 80 , ainda no regime de ditadura militar, os movimentos populares, os partidos de esquerda, ainda na clandestinidade, os movimentos estudantis, os sindicatos, as associações de classe, pessoas comuns sem coloração partidária, todos discutiam a economia do país. Era comum em qualquer boteco de esquina se ouvir alguém falando sobre a nossa divida externa, que à época era impagável.
Até que veio o governo do presidente José Sarney e decretou a moratória da divida externa do Brasil.
Durante todo o mandato do presidente Sarney,durante a Assembléia Nacional Constituinte por ele convocada, e, ainda nos dois do presidente Collor ainda só se falava em economia. Foi a época dos planos, plano cruzado, plano Bresser, plano Collor, todos na tentativa de estabilizar a economia. Até que veio o presidente Itamar Franco com o plano real e a economia se estabilizou.
Com a estabilidade econômica a situação do país melhorou um pouco, os trabalhadores, as donas de casa, os empresários puderam se planejar melhor, a sociedade avançou em algumas conquistas, mas ainda continuamos patinando nos indicadores sociais.
Neste ano, que é ano eleitoral a grande mídia tem pautado o debate em torno da política econômica do governo. Taxa de juros, taxa de cambio flutuante, spred bancário, reserva monetária etc., tudo num linguajar economês. Pergunta; a quem interessa esse tipo de assunto? Claro que este é o tipo de assunto que só diz respeito aos conglomerados econômicos, aos agentes do mercado financeiros, aos bancos e aos especuladores.
Agora seria a hora de os movimentos populares, os partidos de vanguarda, o movimento estudantil, os sindicatos de trabalhadores e entidades de classe, debaterem mais política e menos economia, pois o Brasil precisa avançar: temos ainda milhões de analfabetos, crianças fora da escola sendo exploradas no trabalho infantil, milhares de famílias sem moradia, uma imensa maioria sem água potável, sem saneamento básico, um péssimo atendimento na área da saúde e mais uma infinidade de problemas que só se resolverão através da política, inclusive os econômicos. É imperiosa a necessidade de mobilização do povo brasileiro, é um momento crucial , é o momento de sístole, não se pode perder esta oportunidade. Avançar sempre!
Autor: Ivam Galvão
Até que veio o governo do presidente José Sarney e decretou a moratória da divida externa do Brasil.
Durante todo o mandato do presidente Sarney,durante a Assembléia Nacional Constituinte por ele convocada, e, ainda nos dois do presidente Collor ainda só se falava em economia. Foi a época dos planos, plano cruzado, plano Bresser, plano Collor, todos na tentativa de estabilizar a economia. Até que veio o presidente Itamar Franco com o plano real e a economia se estabilizou.
Com a estabilidade econômica a situação do país melhorou um pouco, os trabalhadores, as donas de casa, os empresários puderam se planejar melhor, a sociedade avançou em algumas conquistas, mas ainda continuamos patinando nos indicadores sociais.
Neste ano, que é ano eleitoral a grande mídia tem pautado o debate em torno da política econômica do governo. Taxa de juros, taxa de cambio flutuante, spred bancário, reserva monetária etc., tudo num linguajar economês. Pergunta; a quem interessa esse tipo de assunto? Claro que este é o tipo de assunto que só diz respeito aos conglomerados econômicos, aos agentes do mercado financeiros, aos bancos e aos especuladores.
Agora seria a hora de os movimentos populares, os partidos de vanguarda, o movimento estudantil, os sindicatos de trabalhadores e entidades de classe, debaterem mais política e menos economia, pois o Brasil precisa avançar: temos ainda milhões de analfabetos, crianças fora da escola sendo exploradas no trabalho infantil, milhares de famílias sem moradia, uma imensa maioria sem água potável, sem saneamento básico, um péssimo atendimento na área da saúde e mais uma infinidade de problemas que só se resolverão através da política, inclusive os econômicos. É imperiosa a necessidade de mobilização do povo brasileiro, é um momento crucial , é o momento de sístole, não se pode perder esta oportunidade. Avançar sempre!
Autor: Ivam Galvão

Comentários
Postar um comentário