Nestes últimos dias o mundo tem assistido perplexo a violência levada as últimas consequências. Na Ucrânia separatistas pró-Russia são acusados de terem derrubado um avião de passageiros onde morreram mais 200 pessoas, entre as quais mais oitenta eram crianças.
Conflitos armados se espalham por todos os continentes, e os envolvidos tentam justificar a violência empregada dizendo lutar por justiça e liberdade.
As vitimas: velhos, mulheres e crianças. Todos os dias milhares de pessoas ao redor do mundo deixam suas casas e seus pertences e partem em busca de refugio.
Nesta semana o conflito que tem provocado protestos em vários lugares do mundo é o massacre que Israel vem promovendo contra o povo palestino.
Do lado palestino mais de 700 pessoas já morreram, na maioria crianças, atingidas pelos bombardeios israelense quando brincavam inocentemente. Do lado israelense 30 soldados foram mortos em combates contra as forças do Hamás.
Os ataques de Israel à faixa de Gaza têm sido extremamente desproporcional. Enquanto o Hamás lança foguetes que são destruídos por mecanismos de defesa israelense, o exército de Israel, o quarto mais poderoso do mundo, ataca com bombardeios aéreos e por terra usa sua artilharia pesada, destruindo casas, hospitais, escolas e abrigos de refugiados, matando e ferindo civis.
Dias atrás foram sequestrados e mortos na faixa de Gaza três jovens israelenses. Israel mesmo sem provas acusou o Hamás, que nega a autoria dos sequestros, mesmo assim este fato serviu como justificativa para o exército israelense atacar violentamente aos palestinos na faixa de Gaza. E os militantes do Hamás concomitantemente começaram a lançar seus foguetes contra o território israelense.
A primeira vítima num conflito destas proporções é sem duvida a verdade. Tanto de um lado como de outro tentam manipular a opinião pública espalhando boatos e mentiras. É a outra face da guerra.
A mídia neste caso também dá a sua contribuição agindo de forma tendenciosa contra o Hamás e o povo palestino. O Hamás que luta para defender a sua própria terra, é chamado de terrorista, e aqueles que derrubam aviões e matam pessoas inocentes são chamados de separatistas. Isso é, dois pesos e duas medidas.
O conflito entre Israel e Palestina tem raízes históricas, e começa quando em 1948 a ONU autorizou a criação do Estado de Israel, inclusive com o voto do chanceler brasileiro, Osvaldo Aranha. A Palestina que era um protetorado britânico foi entregue aos judeus para a que criassem o seu Estado. Judeu do mundo inteiro migraram para a região invadiram as terras dos palestinos e a ocuparam militarmente. Sem contar com outras atrocidades cometidas pelos invasores. Aos palestinos não restou outra alternativa se não a resistência armada.
A grande estupidez em tudo isso é que árabes e judeus são povos irmãos, ambos são descendentes do profeta Abraão, ambos são semitas. Os árabes descendem de Ismael, o filho mais velho de Abraão, os judeus descendem de Isaque o filho mais novo, assim sendo este conflito é uma guerra entre irmãos, que certamente não haverá vencedor.
Enquanto o solo palestino é banhado com o sangue de crianças inocentes, as autoridades internacionais fazem seus discursos bem arejados tentando convencer a opinião pública mundial que estão trabalhando pela paz.
Mas, aqueles que lutam realmente pela paz não estão em gabinetes com ar condicionado. Estão ocupando as ruas, são corações de carne que sangram e transbordam de amor ao semelhante, gritando pelo respeito mutuo, pelo direito à justiça e a liberdade!
Autor: Ivam Galvão
Conflitos armados se espalham por todos os continentes, e os envolvidos tentam justificar a violência empregada dizendo lutar por justiça e liberdade.
As vitimas: velhos, mulheres e crianças. Todos os dias milhares de pessoas ao redor do mundo deixam suas casas e seus pertences e partem em busca de refugio.
Nesta semana o conflito que tem provocado protestos em vários lugares do mundo é o massacre que Israel vem promovendo contra o povo palestino.
Do lado palestino mais de 700 pessoas já morreram, na maioria crianças, atingidas pelos bombardeios israelense quando brincavam inocentemente. Do lado israelense 30 soldados foram mortos em combates contra as forças do Hamás.
Os ataques de Israel à faixa de Gaza têm sido extremamente desproporcional. Enquanto o Hamás lança foguetes que são destruídos por mecanismos de defesa israelense, o exército de Israel, o quarto mais poderoso do mundo, ataca com bombardeios aéreos e por terra usa sua artilharia pesada, destruindo casas, hospitais, escolas e abrigos de refugiados, matando e ferindo civis.
Dias atrás foram sequestrados e mortos na faixa de Gaza três jovens israelenses. Israel mesmo sem provas acusou o Hamás, que nega a autoria dos sequestros, mesmo assim este fato serviu como justificativa para o exército israelense atacar violentamente aos palestinos na faixa de Gaza. E os militantes do Hamás concomitantemente começaram a lançar seus foguetes contra o território israelense.
A primeira vítima num conflito destas proporções é sem duvida a verdade. Tanto de um lado como de outro tentam manipular a opinião pública espalhando boatos e mentiras. É a outra face da guerra.
A mídia neste caso também dá a sua contribuição agindo de forma tendenciosa contra o Hamás e o povo palestino. O Hamás que luta para defender a sua própria terra, é chamado de terrorista, e aqueles que derrubam aviões e matam pessoas inocentes são chamados de separatistas. Isso é, dois pesos e duas medidas.
O conflito entre Israel e Palestina tem raízes históricas, e começa quando em 1948 a ONU autorizou a criação do Estado de Israel, inclusive com o voto do chanceler brasileiro, Osvaldo Aranha. A Palestina que era um protetorado britânico foi entregue aos judeus para a que criassem o seu Estado. Judeu do mundo inteiro migraram para a região invadiram as terras dos palestinos e a ocuparam militarmente. Sem contar com outras atrocidades cometidas pelos invasores. Aos palestinos não restou outra alternativa se não a resistência armada.
A grande estupidez em tudo isso é que árabes e judeus são povos irmãos, ambos são descendentes do profeta Abraão, ambos são semitas. Os árabes descendem de Ismael, o filho mais velho de Abraão, os judeus descendem de Isaque o filho mais novo, assim sendo este conflito é uma guerra entre irmãos, que certamente não haverá vencedor.
Enquanto o solo palestino é banhado com o sangue de crianças inocentes, as autoridades internacionais fazem seus discursos bem arejados tentando convencer a opinião pública mundial que estão trabalhando pela paz.
Mas, aqueles que lutam realmente pela paz não estão em gabinetes com ar condicionado. Estão ocupando as ruas, são corações de carne que sangram e transbordam de amor ao semelhante, gritando pelo respeito mutuo, pelo direito à justiça e a liberdade!
Autor: Ivam Galvão

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