Tive um amigo, já falecido, cujo o nome de pia era Paulo Alves de Oliveira, mas, era chamado carinhosamente pelos amigos de Paulo Preto.
Figura popular, Paulo Preto, era sempre a quem os amigos recorriam na busca de um conselho.
Sempre que tinha que tomar alguma decisão importante costumava ficar muito pensativo, e quando alguém lhe perguntava o que estava acontecendo ele bem sério dizia; "cara tô entre a sepultura e a casca da banana".
A frase é simples,coisa do senso comum, mas, revelava um momento de angústia por parte do autor.
Usei a frase de Paulo Preto, porque esta ajuda a ilustrar o momento que o eleitor brasileiro começará a viver logo depois da Copa. A eleição.
Depois da Copa o povo brasileiro vai se deparar com as campanhas eleitorais no radio ,na televisão e nas praças públicas.
Independentemente do resultado esse momento chegará. Se der Brasil, bom para o governo, que certamente saberá tirar proveito disso nas eleições, se não der Brasil, será mais um ônus para o governo e para a candidata Dilma.
Por enquanto o clima das eleições ainda não chegou ao povo, assim como o clima da Copa parece não ter chegado. Quando se fala com alguém sobre os candidatos, Dilma, Aécio, Eduardo Campos, as pessoas se mostram indiferentes, o mesmo acontece em termos de futebol. Se o Brasil ganhar a Copa, tudo bem, se não ganhar o problema é da seleção,dos jogadores e da comissão técnica.
Penso que depois da Copa, o povo brasileiro será tomado por uma angústia abraônica, tendo que decidir quem vai votar para governar o país nos próximos quatro anos.
De 1986 até 91, o país foi governado pelo PMDB, foi a época de inflação alta e dos planos econômicos.vDepois veio o presidente Collor de Melo, que sem partido, foi apeado do poder por um impeachment votado pelo Congresso Nacional, o mandato foi completado pelo vice-presidente, Itamar Franco. Em seguida veio o PSDB, com Fernando Henrique, que com a privatização delapidou o patrimônio nacional deixando alguns de seus apaniguados bilionários.
Aí veio o PT de Lula, que cheio de novidades acabou no mensalão, em seguida veio Dilma Rousseff, e depois quem virá?
Esta pergunta o eleitor deve responder à partir de outubro. O problema que, os três principais candidatos que estão em campanha, até agora não estão convencendo ninguém. Nenhum deles, nem mesmo Dilma apresenta algo de novo, algo que empolgue o eleitor.
O pior, todos eles sabem que quem for eleito terá que compor com as oligarquias que há anos dominam o Congresso Nacional, à começar pelo PMDB, partido cujo o apetite pelo poder é pantagruélico, mas, no atual sistema, sem o PMDB ninguém governa.
Pois é, na hora de decidir o povo estará entre a sepultura e a casca da banana, mas com sua sabedoria acabará optando pelo menos pior.
Autor: Ivam Galão
Figura popular, Paulo Preto, era sempre a quem os amigos recorriam na busca de um conselho.
Sempre que tinha que tomar alguma decisão importante costumava ficar muito pensativo, e quando alguém lhe perguntava o que estava acontecendo ele bem sério dizia; "cara tô entre a sepultura e a casca da banana".
A frase é simples,coisa do senso comum, mas, revelava um momento de angústia por parte do autor.
Usei a frase de Paulo Preto, porque esta ajuda a ilustrar o momento que o eleitor brasileiro começará a viver logo depois da Copa. A eleição.
Depois da Copa o povo brasileiro vai se deparar com as campanhas eleitorais no radio ,na televisão e nas praças públicas.
Independentemente do resultado esse momento chegará. Se der Brasil, bom para o governo, que certamente saberá tirar proveito disso nas eleições, se não der Brasil, será mais um ônus para o governo e para a candidata Dilma.
Por enquanto o clima das eleições ainda não chegou ao povo, assim como o clima da Copa parece não ter chegado. Quando se fala com alguém sobre os candidatos, Dilma, Aécio, Eduardo Campos, as pessoas se mostram indiferentes, o mesmo acontece em termos de futebol. Se o Brasil ganhar a Copa, tudo bem, se não ganhar o problema é da seleção,dos jogadores e da comissão técnica.
Penso que depois da Copa, o povo brasileiro será tomado por uma angústia abraônica, tendo que decidir quem vai votar para governar o país nos próximos quatro anos.
De 1986 até 91, o país foi governado pelo PMDB, foi a época de inflação alta e dos planos econômicos.vDepois veio o presidente Collor de Melo, que sem partido, foi apeado do poder por um impeachment votado pelo Congresso Nacional, o mandato foi completado pelo vice-presidente, Itamar Franco. Em seguida veio o PSDB, com Fernando Henrique, que com a privatização delapidou o patrimônio nacional deixando alguns de seus apaniguados bilionários.
Aí veio o PT de Lula, que cheio de novidades acabou no mensalão, em seguida veio Dilma Rousseff, e depois quem virá?
Esta pergunta o eleitor deve responder à partir de outubro. O problema que, os três principais candidatos que estão em campanha, até agora não estão convencendo ninguém. Nenhum deles, nem mesmo Dilma apresenta algo de novo, algo que empolgue o eleitor.
O pior, todos eles sabem que quem for eleito terá que compor com as oligarquias que há anos dominam o Congresso Nacional, à começar pelo PMDB, partido cujo o apetite pelo poder é pantagruélico, mas, no atual sistema, sem o PMDB ninguém governa.
Pois é, na hora de decidir o povo estará entre a sepultura e a casca da banana, mas com sua sabedoria acabará optando pelo menos pior.
Autor: Ivam Galão
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