As vezes quando estou sem nada pra fazer paro na frente da televisão. É sempre um momento raro, pois a TV anda cada dia pior, parece que estamos perdendo a nossa capacidade criativa de tanto que copiamos coisas de fora. Mas dependo da sorte em alguns horários tem algo interessante sendo debatido em algum programa cujo patrocinador é sempre uma empresa estatal.
Dia desses sintonizei minha TV num canal que exibia um desses programas de comportamento. Via de regra os assuntos escolhidos para serem debatidos são problemas da sociedade moderna ou problemas existências. Nesse dia o assunto era a felicidade. Especialista em comportamento humano, psicólogo, filosofo e um jornalista. num animado debate tentando achar a receita de como uma pessoa poderia ser feliz. Desnecessário seria dizer que o programa terminou sem que os debatedores chegassem a alguma conclusão.
Vista por ângulos diferentes a felicidade é abordada por várias áreas do conhecimento. As religiões ligam a felicidade à fé e a obediência ao divino, o que levaria a pessoa a ter certeza de uma vida externa no paraíso levando a um estado de felicidade. Filósofos estudavam qual o comportamento estilos de vida poderiam levar uma pessoa à felicidade plena. Costumavam associar a felicidade ao prazer, uma vez que é difícil definir a felicidade como um todo, principalmente de onde ela surge e os sentimentos nela envolvidos. Para Aristóteles, a felicidade diz respeito ao equilíbrio sendo atingida pela pratica do bem.
Freud defendia que todo individuo é movido pela busca da felicidade, mas essa busca seria uma coisa
utópica uma vez que para ela existir não poderia depender do mundo real.
Felicidade é o estado de quem é feliz, uma sensação de bem estar e contentamento que pode ocorrer por diversos motivos. É um momento durável de satisfação, onde a pessoa se sente alegre, realizada. É um momento sem nenhuma especie de sofrimento.
A felicidade é simples. Para mim basta ver a vitoria do meu time do coração, o São Paulo Futebol Clube, ver o desfile da minha Estação Primeira de Mangueira no carnaval, ver sol nascer nas manhãs de outono, caminhar de mãos dadas pelas ruas de Piracicaba com minha amada esposa, Maria Aparecida, sentar à sombra da sapucaia e ler um livro de Neruda.
Autor: Ivam Galvão
Dia desses sintonizei minha TV num canal que exibia um desses programas de comportamento. Via de regra os assuntos escolhidos para serem debatidos são problemas da sociedade moderna ou problemas existências. Nesse dia o assunto era a felicidade. Especialista em comportamento humano, psicólogo, filosofo e um jornalista. num animado debate tentando achar a receita de como uma pessoa poderia ser feliz. Desnecessário seria dizer que o programa terminou sem que os debatedores chegassem a alguma conclusão.
Vista por ângulos diferentes a felicidade é abordada por várias áreas do conhecimento. As religiões ligam a felicidade à fé e a obediência ao divino, o que levaria a pessoa a ter certeza de uma vida externa no paraíso levando a um estado de felicidade. Filósofos estudavam qual o comportamento estilos de vida poderiam levar uma pessoa à felicidade plena. Costumavam associar a felicidade ao prazer, uma vez que é difícil definir a felicidade como um todo, principalmente de onde ela surge e os sentimentos nela envolvidos. Para Aristóteles, a felicidade diz respeito ao equilíbrio sendo atingida pela pratica do bem.
Freud defendia que todo individuo é movido pela busca da felicidade, mas essa busca seria uma coisa
utópica uma vez que para ela existir não poderia depender do mundo real.
Felicidade é o estado de quem é feliz, uma sensação de bem estar e contentamento que pode ocorrer por diversos motivos. É um momento durável de satisfação, onde a pessoa se sente alegre, realizada. É um momento sem nenhuma especie de sofrimento.
A felicidade é simples. Para mim basta ver a vitoria do meu time do coração, o São Paulo Futebol Clube, ver o desfile da minha Estação Primeira de Mangueira no carnaval, ver sol nascer nas manhãs de outono, caminhar de mãos dadas pelas ruas de Piracicaba com minha amada esposa, Maria Aparecida, sentar à sombra da sapucaia e ler um livro de Neruda.
Autor: Ivam Galvão
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