Enquanto isso na câmara municipal de Eustáquinopolis...

O presidente:

- Com a palavra o nobre vereador Julio Pompilho de Castro, vossa excelência dispõe de quinze minútos.

O vereador Julio:

- Senhor presidente, nobres pares e impares, imprensa escrita, falada e tevisada, ao publico presente e ao público ausente.

Senhor presidente, o assunto que trago a tribuna desta casa é talvez se não o maior, é sem duvida um dos mais importantes. Esta casa de leis, constrida neste solo sagrado da democracia, é uma casa de leis. Existe em nossa cidade uma lei que eu senhor presidente, apesar de ter o curso basico quase completo desconheço o seu autor.

Mas, senhor presidente ,desnecessário conhecer o autor, mas sim conhecer os efeitos maléficos de tal lei. Vinha eu senhor presidente a caminho desta casa, quando fui abordado por um morador antigo aqui de nossa urbe. Este morador contou que seu filho, menino de apenas sete anos, brincava tranquilamente debaixo de um pé de abacate, quando de repente uma fruta despenca la do alto, cai na cabeça da criança causando um enorme ferimento.

Levando a criança ao medico, qual não foi a surpresa e indgnação do pai, quando o médico que atendeu a criança responsabilizou a tal lei da gravidade. Portanto senhor presidente, nobres pares e impares, quero na noite de hoje propor a este douto plenário a revegação de tal lei em nosso município, por considerá-la prejudicial aos nossos moradores e representar um perigo para as nossas crianças.

Neste momento o vereador Nabor Bulhões interrompe o orador.

Vossa excelência me permite um aparte? Com prazer, reponde o orador.

O vereador Nabor Bulhões: Quero cumprimentar vossa excelência pela brilhante idéa, pois dia desses aconteceu o mesmo com uma senhora que é minha vizinha, esta estava descançando na sombra de uma jaqueira, no fundo de seu quintal, quando uma jaca caiu sobre a sua perna causando quebradura de femur, socorrida ao PS, o médico que a atendeu tambem disse a mesma coisa, foi a tal lei da gravidade, de modos que minha excelência congratula com a vossa excelência e votará pela revogação dessa lei - Muito obrigado vereador.

Eu que agradeço, responde o orador.

Continuando senhor presidente, como pode uma lei prejudicar tantas pessoas? Será que por ventura o autor dessa lei não pensou no mal que ela poderia causar às pessoas? Assim senhor presidente quero pedir encarecidamente aos meus colegas para que votem favoravél a revogação desta lei.

Tenho dito!

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